repasto nocturno
foi numa tarde assim
lenta, morosa de vento
selvagem que o Inverno
estendeu num arrepio,
memória do tempo
que nos dá novas
antigas, que não mais
se reproduzem
em conversas à lareira,
esquecimento
da realidade passada,
incertezas do verbo ser...
depois a refeição
sobre o ardor do lume,
a mitigar contemplação
do belo rosto
e do repasto
do meu sentido,
das coisas e da vida;
encruzilhada de enganos
em cascatas e rios
a escoarem-se..., vazios.
quarta-feira, janeiro 31, 2007
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